O Clássico "Presos no Escritório"

Plantão de Sexta: Falha no sistema aproxima colegas de trabalho no Centro Empresarial. O que era para ser apenas mais uma noite de horas extras se transformou em um encontro intenso entre dois executivos que sempre competiram na empresa.
Por: Redação MoscaNew

O Cenário do Acidente
A chuva castigava as janelas panorâmicas do 18º andar de um dos prédios mais movimentados do centro financeiro de Moscóvia. Eram 21h de uma sexta-feira.
Enquanto a cidade lá embaixo começava a fervilhar com o início do fim de semana, no escritório de uma multinacional, o clima era de pura frustração. Uma falha crítica nos servidores globais havia travado o sistema, deixando apenas duas pessoas presas na sede: Marina, 32 anos, e Roberto, 35.
A Dinâmica da Rivalidade
Quem conhece os bastidores da empresa sabe que colocar Marina e Roberto na mesma sala é garantia de faíscas. Ela, uma estrategista implacável; ele, um negociador audacioso.
Há anos os dois disputam as mesmas promoções, os mesmos clientes e a última palavra nas reuniões de diretoria. A hostilidade profissional entre eles era tão conhecida que os colegas costumavam brincar que a tensão no ar poderia acender uma lâmpada. Naquela noite, a brincadeira se provou quase literal.
A Trégua Inesperada
Com os computadores travados e a chuva impossibilitando a saída, o silêncio no escritório vazio tornou-se ensurdecedor. Foi Roberto quem quebrou o gelo.
Cansado de encarar a tela congelada, ele abriu a última gaveta de sua mesa e tirou uma garrafa de uísque envelhecido e dois copos. Sem dizer uma palavra, caminhou até a sala de reuniões onde Marina tentava, em vão, rotear a internet do celular.
Ele serviu as doses. Ela aceitou. O que começou como um desabafo sobre a incompetência da equipe de TI rapidamente evoluiu para confidências inesperadas. Longe dos olhares do resto da equipe, as armaduras corporais começaram a cair.
A Mudança de Temperatura
A iluminação de emergência do prédio deixava a sala de reuniões com meia luz. A cada gole, a distância física entre os dois diminuía. Marina notou como a gravata afrouxada de Roberto o tornava menos arrogante e mais vulnerável.
Roberto, por sua vez, não conseguia desviar os olhos da forma como Marina brincava com a borda do copo de cristal. A competição afiada que sempre existiu entre eles mudou de natureza.
As respostas rápidas e irônicas deram lugar a olhares demorados e sorrisos de canto de boca. A adrenalina de querer superar o outro no trabalho transformou-se em uma urgência completamente diferente. O ar-condicionado continuava ligado, mas a temperatura na sala parecia ter subido de forma incontrolável.
O Ponto de Ruptura
Roberto apoiou seu copo vazio na grande mesa de vidro e deu um passo em direção a Marina. Ela não recuou. Pelo contrário, ergueu o queixo, sustentando o olhar dele com a mesma intensidade com que fechava contratos milionários. A respiração de ambos já estava pesada, misturando-se ao som da tempestade lá fora.
Quando ele finalmente se aproximou o suficiente para que ela sentisse o calor do seu corpo e o aroma amadeirado do uísque em sua respiração, a última barreira profissional desmoronou. O som dos relatórios escorregando pela mesa de vidro e caindo espalhados pelo carpete foi o único aviso de que a trégua havia acabado, dando início a uma negociação em que ambos estavam dispostos a perder o controle.
Os dois se beijaram. A Marina não resistiu quando perceberam que a camisa dela estava com os botões abertos, revelando a lingerie.
O desejo tomou conta da sala; os relatórios no chão não tinham mais importância: apenas os toques um no corpo do outro e a vontade de saciá-lo.
A Marina foi tirando a roupa do Roberto bem devagar, mas, ao mesmo tempo, de forma a aumentar o tesão entre eles. O Roberto deita a Marina na mesa. Primeiro, tire o seu scapan. Depois, sobe, beijando as suas pernas, que estão de meia-calça preta. Até chegar à saia, vai tirando-a bem devagar. Depois começa a dar leves mordidinhas na barriga até chegar aos seios.
Neste momento, a Marina já estava tomada pelo tesão, e Roberto acariciava os seios dela como dois cachos de uva, lindos e suculentos. O tesão e o desejo foram aumentando à medida que perceberam que queriam sentir o outro de forma íntima e intensa. O Roberto foi até a sua mesa — devemos lembrar que o escritório estava vazio — e pegou o preservativo que estava escondido na gaveta. Voltou para a sala de reuniões, onde a Mariana o aguardava, toda molhadinha. Ele entregou o preservativo para ela, que o colocou bem lentamente.
Depois, subiu e beijou-a até chegar à boca. Ele a colocou de frente para a mesa, ficando de quatro para ele e, com muito tesão, quando perceberam, um já sentia o outro.
Ele a penetrava com muita vontade, tesão, como se estivesse esperando por aquele momento há muito tempo. Ela gemia e puxava os mamilos. Os dois queriam a mesma coisa. Muito prazer.
As posições foram mudando, a Marina nunca tinha gozado assim com outro homem. Roberto, além das penetrações, a beijava, a tocava e a intimidade só aumentava.
Quando o computador de Marina apitou, sinalizando que o servidor havia se restabelecido, os dois já estavam deitados no chão da sala, sobre os papéis espalhados. Tomaram mais uma dose de uísque, reorganizaram a sala em silêncio e a rivalidade profissional retornou como se aquele momento de entrega mútua nunca tivesse existido.
Na segunda-feira, nenhum documento mencionaria o que aconteceu entre as quatro paredes da sala de reuniões… mas toda vez que seus olhares se cruzassem nos corredores, só eles saberiam que aquela noite reescrevera as regras não ditas de sua rivalidade.


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